Eu ando me devendo desculpas,
que eu não sei mais pedir a mim,
esqueci como se faz pra se sentir bem...
É que nenhuma desculpa serve mais,
já estourei meu tempo para justificativas,
não há outras mais...
Não posso negar esse rádio quebrado,
essa memória passada da validade,
esses ouvidos que despertam ao som da tua voz,
esses olhos que te procuram...
esses braços que te necessitam...
Eu acho que já me perdi entre o bom senso e o gostar de te amar...
Manuella Mirna
"Em busca do desvio do que é normal... mudança de rota representa a sobrevivência do que é essencial..."
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Que se vá com o vento...
Ouço a música entrando pelos meus poros e pairando entre meus ouvidos
Paro, levanto a cabeça e penso em nós dois,
Me lembro entre teus braços...
No que costumávamos ser,
No que não somos mais,
No que nunca seremos.
Pelo vidro eu vejo o reflexo das luzes de natal,
E quase tenho certeza de que um dia isso vai passar,
Quase tenho capacidade de deixar que isso se vá de vez.
Não foi a hora a meses atrás,
Mas ela está próxima,
Talvez hoje, talvez amanha,
Eu tenho quase certeza de que vai ser em breve.
Assim espero,
Não sei se estou pronta para ver isso enfim como passado...
Mas, independente de qualquer coisa, vai embora,
Eu queira ou não,
Vai,
Porque tudo vai embora uma hora.
Porque tudo vai embora uma hora.
Como o vento que trouxe você para meus olhos atentos, para minhas mãos
frias, para meus braços frágeis, para meu coração puro, para mim...,
Ele vai te levar também.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Ameixeira em fuso
Você me diz "boa noite, minha linda", eu te digo "bom dia, meu bem".
Você me deseja "bons sonhos, meu anjo", eu te desejo "bons estudos, meu nerd".
Você me fala "bom trabalho, mulher maravilha", eu te desejo "sonha, bonito".
Você me fala que o brilho do lendário sol nascente não é tanto sem mim, eu te descrevo que a lua anda triste por não nos vê lado a lado.
Você conta as sakuras no jardim como se fosse pra mim, eu conto estrelas como se contasse os brilhos dos teus olhos azuis.
Você me diz que a saudade fica pior com o vento gelado no teu rosto, eu te digo que o calor sufoca sem a tua pele que me esquenta.
Você me diz "bons sonhos, minha bela"...
E não vejo a hora de te ouvir claramente dizer "bom dia, linda" no mesmo exato minuto em que eu te diga "até que enfim, meu bem!".
P.S. a ameixeira é sinal de resistência porque atravessa o rigoroso inverno japonês carregada de botões...
Manuella Mirna
Você me deseja "bons sonhos, meu anjo", eu te desejo "bons estudos, meu nerd".
Você me fala "bom trabalho, mulher maravilha", eu te desejo "sonha, bonito".
Você me fala que o brilho do lendário sol nascente não é tanto sem mim, eu te descrevo que a lua anda triste por não nos vê lado a lado.
Você conta as sakuras no jardim como se fosse pra mim, eu conto estrelas como se contasse os brilhos dos teus olhos azuis.
Você me diz que a saudade fica pior com o vento gelado no teu rosto, eu te digo que o calor sufoca sem a tua pele que me esquenta.
Você me diz "bons sonhos, minha bela"...
E não vejo a hora de te ouvir claramente dizer "bom dia, linda" no mesmo exato minuto em que eu te diga "até que enfim, meu bem!".
P.S. a ameixeira é sinal de resistência porque atravessa o rigoroso inverno japonês carregada de botões...
Manuella Mirna
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Desapego
Chega!
Não vou mais atrás de quem some por conta própria.
Fiz e faço o que posso e acho que devo para manter quem gosto e me importo ao meu lado ou na minha vida.
Mas se vai ou some é porque quer e o querer de cada um eu não posso mexer.
Que seja assim então.
Não vou mais atrás de quem some por conta própria.
Fiz e faço o que posso e acho que devo para manter quem gosto e me importo ao meu lado ou na minha vida.
Mas se vai ou some é porque quer e o querer de cada um eu não posso mexer.
Que seja assim então.
Manuella Mirna
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
A menina dos pés de pássaro
[E ao olhar fundo nos seus olhos pela eterna vez, ele disse:]
Se eu soubesse que eu te encontraria, que um dia estaria com você,
Se eu soubesse que eu te encontraria, que um dia estaria com você,
eu teria saído pelo mundo a tua procura muito antes.
Sairia pelas ruas e lugares perguntando às pessoas por você...
Perguntaria a elas sobre a garota dos pés de pássaro,
que anda como quem dançasse voando em pensamentos.
Sempre inquieta a busca de novos caminhos,
e do seu próprio ninho.
Ia dizer que ela morde a gengiva quando tá desconcentrada.
Abre a boca suavemente quando concentrada.
Abaixa a cabeça quando fica constrangida.
Arqueia as sobrancelhas com os olhos abaixados se se nota constrangida.
E morde os lábios se lhe percebem constrangida.
Juntas as sobrancelhas e franzi os lábios para demonstrar rir de algo com um doce e perfeito sarcasmo.
A risada dela é como sinetas tocando numa manhã clara após a madrugada,
com o vento ainda frio balançando nossa alma.
Ela ri e tudo aqui dentro acorda.
As árvores agradecem batendo suas folhas em resposta.
É mágico a ressonância que isso tem a mim, a harmonia que ela tem com o universo...
Ela tem olhos castanhos, enigmáticos e fieis...
...e beija como se tocasse o céu:
com calma, surpresa e... entrega.
Manuella Mirna
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Pensar sem dor, sem nó
É tão bom sentir saudade de quem faz bem a gente...
dá um gosto bom (finalmente) pensar sem dor!
Manuella Mirna
dá um gosto bom (finalmente) pensar sem dor!
Manuella Mirna
terça-feira, 2 de outubro de 2012
O velho dominó com teu nome
Uma folha caiu em minha frente,
quando ví teu nome escrito diante de mim.
Independente de ti, eu sei, mas ela caiu.
Caiu ela como despencou [as batidas do] meu coração.
E de um assalto a minha respiração parou,
quando do teu nome eu pude ver a tua face,
dentro de mim.
Não me tocando suavemente (como antes),
mas fazendo tudo despencar,
aqui, por ti,
de novo.
Manuella Mirna
Não sonho nem sonhei, mas durmo ainda
Lí em um poema seco que os pensamentos falham quando querem exprimir alguma realidade, como falham as palavras para exprimí-los.
É que existe o que existe e o resto é um sono apenas.
Então o que sinto agora não é nem o resquício do que senti e realmente tive com você. Não existe. É simplesmente nada, um sono de uma lunática acordada.
Tu um sono? E eu que durmo acordada pensando em ti sou o que?
Me disseram que só existe o que existe.
Se você não está agora ao meu lado é porque não existe? E quanto a quando você esteve? E quanto a você continuar aqui dentro?
Você não pode existir no meu mundo agora, disso eu sei.
Mas eu sei e todos sabem que você já viveu aqui, comigo (e foi feliz, e me fez feliz), enquanto eu estava acordada e não sonhava ou dormia.
Hoje você não é um sonho, nunca foi, foi real.
Mas talvez hoje o poema seco e essas pessoas tenham razão,
talvez hoje eu durma e precise, de uma vez por todas, acordar de você,
que é, hoje, só um sono.
Manuella Mirna
É que existe o que existe e o resto é um sono apenas.
Então o que sinto agora não é nem o resquício do que senti e realmente tive com você. Não existe. É simplesmente nada, um sono de uma lunática acordada.
Tu um sono? E eu que durmo acordada pensando em ti sou o que?
Me disseram que só existe o que existe.
Se você não está agora ao meu lado é porque não existe? E quanto a quando você esteve? E quanto a você continuar aqui dentro?
Você não pode existir no meu mundo agora, disso eu sei.
Mas eu sei e todos sabem que você já viveu aqui, comigo (e foi feliz, e me fez feliz), enquanto eu estava acordada e não sonhava ou dormia.
Hoje você não é um sonho, nunca foi, foi real.
Mas talvez hoje o poema seco e essas pessoas tenham razão,
talvez hoje eu durma e precise, de uma vez por todas, acordar de você,
que é, hoje, só um sono.
Manuella Mirna
Figurante ruim
E o mundo passa como se eu não estivesse nele...
Como uma figurante ruim: que tem os pés no palco, os olhos no ar vago sobre ele, o pensamento em seu próprio cenário particular e o coração... este vaga furtivamente para perto a ti...
Quando volto ao mundo, é por alto senso de representação.
Porque preciso estar nele.
Não posso deixar meu corpo e viver os meus pensamentos.
Até porque eles têm sido só lembranças e dúvidas.
São cor de cinza, como eu não esperava que ainda fossem a esta altura.
Não são mais reais.
São a poeira imprecisa (não sem dor) de você ainda em mim.
Manuella Mirna
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Abrindo a janela - tentativas
Ontem, tu de novo cruzaste o meu passo.
(Não te culpo, é mania da vida me pôr à prova para me fazer uma ninja mais hábil.)
Meio semblante teu foi o suficiente para me mostrar que minha nuvem nublada não se foi por completo.
A tarde veio com parte do peso de uma terça-feira de despedida.
Mas hoje, quando eu acordei pela manhã, tudo estava lá.
O sol brilhava como era muito tempo antes e a luz indiscreta pela janela me fazia sorrir.
As pontes tinham um colorido que eu sentira falta todo esse tempo.
Minha serenidade - que tem andado tão vacilante - quis vir outra vez.
Com algum esforço - mas ela ainda virá por completo.
É, parece que tudo estava lá novamente.
Com quase o mesmo brilho que costumava ter antes de eu começar a viver nossos capítulos em vermelho, preto e cinza.
Querendo se mostrar pra mim depois de eu rememorar mil vezes as linhas em cinza, tentando entender as linhas pretas, para (esperançosamente e iludidamente) não apagar as em vermelho.
Tudo brilhava genuinamente - talvez não com o mesmo fulgor e magia, ainda, mas brilhava.
E eu queria sentir aqui a plenitude que a vida me descortinava.
Ela fazia isso com tanta gentileza, como se fosse um espetáculo sucesso de bilheteria que só eu não fui ver.
Eu queria, queria muito.
E embora não conseguisse por completo, estava agradecida por conseguir ver algum brilho e algo da magia.
Uma parte de mim, naturalmente já via esse brilho - talvez cansada de sofrer tanto pelo que já não era mais (e talvez nunca tenha sido).
Mas infelizmente, eu sentia uma estranha dor em minhas células por entrever a primeira vez em tanto tempo essa magia de novo.
Acho que parte de mim não queria encerrar o capítulo, se recusando a aceitar as últimas páginas que se escreveram sem minha permissão.
Pois eu sabia que se aceitasse eu teria de lidar com o fato de que você não voltaria; e ver, ainda que pela fresta da janela, o brilho e a magia dos dias, novamente, era como se a vida me provasse que podia muito bem continuar a existir sem você, e eu não queria isso.
Os pés de pássaro que dançam balé, passaram tempo até demais sem fluir com a mesma graciosidade, mas pareciam voltar naturalmente a voar e dançar, sem o pesar daqueles dias.
Mas meu olhar ainda está diferente - é a parte de mim que teima (masoquistamente) em beber o gosto amargo desse café até a última gota.
Tudo bem, é só uma questão de tempo.
Em breve, tenho certeza, a janela vai abrir até a outra extremidade e o que hoje é uma fresta e ontem eram só cortinas fechadas, amanhã serão olhos bem abertos para a vida.
Manuella Mirna
(Não te culpo, é mania da vida me pôr à prova para me fazer uma ninja mais hábil.)
Meio semblante teu foi o suficiente para me mostrar que minha nuvem nublada não se foi por completo.
A tarde veio com parte do peso de uma terça-feira de despedida.
Mas hoje, quando eu acordei pela manhã, tudo estava lá.
O sol brilhava como era muito tempo antes e a luz indiscreta pela janela me fazia sorrir.
As pontes tinham um colorido que eu sentira falta todo esse tempo.
Minha serenidade - que tem andado tão vacilante - quis vir outra vez.
Com algum esforço - mas ela ainda virá por completo.
É, parece que tudo estava lá novamente.
Com quase o mesmo brilho que costumava ter antes de eu começar a viver nossos capítulos em vermelho, preto e cinza.
Querendo se mostrar pra mim depois de eu rememorar mil vezes as linhas em cinza, tentando entender as linhas pretas, para (esperançosamente e iludidamente) não apagar as em vermelho.
Tudo brilhava genuinamente - talvez não com o mesmo fulgor e magia, ainda, mas brilhava.
E eu queria sentir aqui a plenitude que a vida me descortinava.
Ela fazia isso com tanta gentileza, como se fosse um espetáculo sucesso de bilheteria que só eu não fui ver.
Eu queria, queria muito.
E embora não conseguisse por completo, estava agradecida por conseguir ver algum brilho e algo da magia.
Uma parte de mim, naturalmente já via esse brilho - talvez cansada de sofrer tanto pelo que já não era mais (e talvez nunca tenha sido).
Mas infelizmente, eu sentia uma estranha dor em minhas células por entrever a primeira vez em tanto tempo essa magia de novo.
Acho que parte de mim não queria encerrar o capítulo, se recusando a aceitar as últimas páginas que se escreveram sem minha permissão.
Pois eu sabia que se aceitasse eu teria de lidar com o fato de que você não voltaria; e ver, ainda que pela fresta da janela, o brilho e a magia dos dias, novamente, era como se a vida me provasse que podia muito bem continuar a existir sem você, e eu não queria isso.
Os pés de pássaro que dançam balé, passaram tempo até demais sem fluir com a mesma graciosidade, mas pareciam voltar naturalmente a voar e dançar, sem o pesar daqueles dias.
Mas meu olhar ainda está diferente - é a parte de mim que teima (masoquistamente) em beber o gosto amargo desse café até a última gota.
Tudo bem, é só uma questão de tempo.
Em breve, tenho certeza, a janela vai abrir até a outra extremidade e o que hoje é uma fresta e ontem eram só cortinas fechadas, amanhã serão olhos bem abertos para a vida.
Manuella Mirna
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Meu cravo
É, Pequeno Príncipe, tens razão, não foi o tempo que eu dediquei a minha rosa que a tornou importante... O tempo é passageiro, e foi curto, curto demais.... Mas foi a intensidade desse tempo e a pureza do sentimento dedicado que tornou meu cravo tão especial...
E não consigo dizer mais nada:
...
Manuella Mirna
E não consigo dizer mais nada:
...
Manuella Mirna
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Agora e sempre, Flor
Ainda sou Flor nascendo no asfalto. Um dia broto na relva verde e macia de uma casa segura.
Mas não é de penar o meu destino, é de luta que faço meu caminho.
(luta forte como minha raiz, discreta como minhas folhas, suave como minhas pétalas)
E enquanto ainda respiro a rocha e não a saúde que toda flor precisa, posso ao menos dizer que ainda sou Flor. Flor que na pedra também respira.
Ainda sou Flor nascendo no asfalto. Um dia broto na relva verde e macia de uma casa segura.
Manuella Mirna
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Pura e displicentemente, amei
(Me dizem que não te amei. Não respondo para eles, não digo para ninguém, mas eu ví de perto a face do que entendo por amor. Só não fui a própria face porque nos faltou uma tarde de terça-feira a mais)
Eu te amei.
Em uma semana.
Por ditos dois meses.
Mas amei.
Amei como a relva em frente a minha janela que se ariça com o abanar do vento.
Amei como as pétalas do malmequer que fiz pra você e saíram voando por esse mesmo abanar antes que eu pudesse decretar o nosso bem-me-quer.
Amei como a água que correu dançando pelo lago quando o vento abanou assim forte.
Amei como os fios do teu cabelo se movendo displicentemente nesse vento e inocentemente te deixando mais bonito.
Amei como as últimas folhas de outono que começaram a cair em frente à minha porta quando o abanar anunciou da esquina que vinha.
Amei.
Assim, no embalo do vento, na dança das coisas, na luta para que os meus olhos resistissem aos teus.
(Luta anunciada antes do começo, decidida antes do fim.
Não perdi, me rendi.)
Amei.
Assim, natural, pura e simplesmente.
(Sem me pedir licença, displicente e inocentemente.)
Amei.
Talvez ainda ame.
Talvez nunca deixe de amar.
Manuella Mirna
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Criação no meio de um nada
A notícia que saiu no jornal online:
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/09/buraco-negro-na-lactea-ameaca-engolir-estrela-e-planetas-diz-estudo.html
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/09/buraco-negro-na-lactea-ameaca-engolir-estrela-e-planetas-diz-estudo.html
A notícia que Me saiu do Meu Mundo:
Era
uma vez um lugar, muito escuro e muito frio, considerado muito
inóspito para a formação de planetas - ou seja, qualquer tipo de vida - por estar repleto de estrelas,
radiação e intensas forças gravitacionais.
Mas um dia,inesperadamente,
sem se saber bem como ou porquê, apareceu uma estrela com uma nuvem. A nuvem funcionava como a capa protetora dessa estrela, um envoltório que alguns homens muito inteligentes e entendidos chamavam de disco protoplanetário.
Havia um buraco negro nesse lugar, juntinho da estrela. Buraco negro é um vácuo que pode existir em qualquer lugar do universo e é muito escuro e muito frio, e sempre se acreditou que ele tivesse o poder misterioso de engolir as coisas e fazer desaparecer várias outras. Ele seria, então, um símbolo da destruição.
Os cientistas observaram que aquele disco estava caminhando para a destruição, sendo atraído pelo buraco negro.
Mas, misteriosamente, o buraco negro poderia destruir o
disco protoplanetário, mas não teria força para destruir a estrela!
Além
do mais, desafiando a ciência e as expectativas de todos, a simples
existência desse disco e a presença, na mesma região, de estrelas
semelhantes a essa linda e pequenina estrela, já sugerem que planetas
ainda podem ser criados nesse lugar muito escuro e muito frio, o centro
da Via Láctea, a galáxia que abriga esse nosso Planeta azul.
Um dos homens muito inteligentes e entendidos disse, então, "É fascinante pensar que planetas estejam se formando tão
perto de um buraco negro"
... fascinante, sim, é isso.
Porque representa a luta de uma força criadora extraordinária frente à força misteriosa e
amedrontadora de um buraco negro...
É mágico saber que tantas coisas consideradas impossíveis acontecem tão perto do símbolo maior da destruição do universo...
Bem, só me resta pensar e concluir que se isso pode, ah, tudo pode!
Acredite, você tem a força de um planeta!
É mágico saber que tantas coisas consideradas impossíveis acontecem tão perto do símbolo maior da destruição do universo...
Bem, só me resta pensar e concluir que se isso pode, ah, tudo pode!
Acredite, você tem a força de um planeta!
Manuella Mirna
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