terça-feira, 25 de setembro de 2012

Agora e sempre, Flor

Ainda sou Flor nascendo no asfalto. Um dia broto na relva verde e macia de uma casa segura.
Mas não é de penar o meu destino, é de luta que faço meu caminho.
(luta forte como minha raiz, discreta como minhas folhas, suave como minhas pétalas)
E enquanto ainda respiro a rocha e não a saúde que toda flor precisa, posso ao menos dizer que ainda sou Flor. Flor que na pedra também respira.
Ainda sou Flor nascendo no asfalto. Um dia broto na relva verde e macia de uma casa segura.

Manuella Mirna

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