... Seu argumento era a distância de volta a Goiânia e seu filho a ser operado.
Perguntei sobre Goiânia - detalhes que um nativo saberia; perguntei de seu filho, a doença dele e o olhar do menino frente a tudo isso - paisagens que só um pai saberia.
Parei aí.
Ele soube tudo me narrar, com a fidelidade de uma criança, com a proeza de um nativo, com o olhar amoroso e dolorido de um pai.
Sem chance para uma parte de mim. Aquela parte, que atende por 'fantasma da minha desconfiança', que me assombra por vários segundos, que sempre me ameça perder o mais belo e singelo da vida... ela, se convenceu e deixou a mansão por um belo instante, talvez sem hora pra voltar, quem sabe talvez não volte... ainda bem!
Manuella Mirna
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